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	<title>Arquivos Notícias e Novidades - Sementes Sagui</title>
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	<description>Comércio de Grãos</description>
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		<title>11/03  Dia da Pipoca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[sementes_sagui]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Mar 2021 21:15:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias e Novidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>11 de Março, dia da pipoca! Feita de uma variedade de milho, a Pipoca é um alimento que faz parte do dia a dia do brasileiro. O Milho pipoca é um dos grãos que trabalhamos aqui. Além de ser uma delícia, o grão estourado é um ótimo aliado para manter o sistema digestivo saudável. Por [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>11 de Março, dia da pipoca!<br />
Feita de uma variedade de milho, a Pipoca é um alimento que faz parte do dia a dia do brasileiro. O Milho pipoca é um dos grãos que trabalhamos aqui.</p>
<p><img fetchpriority="high" decoding="async" src="https://sementessagui.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Imagem2-300x300.jpg" alt="" width="300" height="300" class="alignnone size-medium wp-image-147" srcset="https://sementessagui.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Imagem2-300x300.jpg 300w, https://sementessagui.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Imagem2-150x150.jpg 150w, https://sementessagui.com.br/wp-content/uploads/2021/03/Imagem2.jpg 600w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>Além de ser uma delícia, o grão estourado é um ótimo aliado para manter o sistema digestivo saudável. Por apresentar uma significante fração de fibra em sua composição tende a melhorar o funcionamento do trânsito intestinal, contribuindo na redução da absorção de glicose e dos carboidratos, se tornando muito benéfica no tratamento da constipação e desconforto intestinal. É, sem dúvida, uma ótima opção para dividir com a galera, levar ao piquenique no parque, no lanchinho da escola ou para assistir um filme em ótima companhia.</p>
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		<title>Campo Novo do Parecis (MT) é o maior produtor brasileiro de milho-pipoca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[sagui_administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jan 2021 12:50:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias e Novidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O município de Campo Novo do Parecis, que fica no noroeste de Mato Grosso, a 390 quilômetros de Cuiabá, não possui nenhum cinema, mas é de lá que vem grande parte da pipoca consumida nas salas de exibição de todo o país. Além de maior produtor de milho-pipoca, com 50 mil hectares cultivados, e líder [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img decoding="async" class="aligncenter wp-image-78" src="https://sementessagui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/milho-pioca.jpg" alt="" width="730" height="489" srcset="https://sementessagui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/milho-pioca.jpg 780w, https://sementessagui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/milho-pioca-300x201.jpg 300w, https://sementessagui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/milho-pioca-768x515.jpg 768w" sizes="(max-width: 730px) 100vw, 730px" /><br />
O município de Campo Novo do Parecis, que fica no noroeste de Mato Grosso, a 390 quilômetros de Cuiabá, não possui nenhum cinema, mas é de lá que vem grande parte da pipoca consumida nas salas de exibição de todo o país.</p>
<p>Além de maior produtor de milho-pipoca, com 50 mil hectares cultivados, e líder na produção nacional de girassol, com 25 mil hectares nesta safra, Parecis também se destaca pela diversidade de culturas semeadas no período da seca, logo após a colheita da soja. Tem lavouras de milho-canjica, grão-de-bico, painço, gergelim, chia, niger e feijões azuki e caupi.</p>
<p>O produtor Sergio Stefanelo, pioneiro na diversificação, no começo deste ano plantou 2.700 hectares de pipoca e nenhum canteiro do milho para ração animal, que é a cultura mais semeada na segunda safra em Campo Novo. Ele conta que até 12 anos atrás o Brasil era o maior importador mundial de milho-pipoca, que vinha da Argentina.</p>
<p>Com o avanço do plantio em Parecis, em pouco tempo o Brasil se tornou o segundo maior exportador do mundo de milho-pipoca. Sergio estima que a região da Chapada do Parecis, onde está o município, responde por 75% da produção nacional, que é de 300 mil toneladas, das quais 220 mil toneladas são consumidas no mercado interno.</p>
<p>A rentabilidade do milho-pipoca está diretamente relacionada com o preço do cereal comum, pois seu custo de produção é de 2 a 2,2 vezes maior. Sergio diz que, nesta safra, o mercado está equilibrado, pois, enquanto o cereal para ração é negociado a R$ 22 a saca de 60 quilos, os produtores de pipoca recebem entre R$ 46 e R$ 48. A exportação, diz ele, tornou o mercado mais estável.</p>
<p>REGIÃO CORRESPONDE A 75% DA PRODUÇÃO DE MILHO-PIPOCA DO BRASIL</p>
<p>Mas a própria vida do produtor rural Sergio Stefanelo, a exemplo de outros desbravadores do Cerrado brasileiro, daria um belo roteiro de filme. Aos 21 anos e recém-formado em agronomia, o gaúcho de Cruz Alta chegou em 1985 à Chapada do Parecis, no noroeste de Mato Grosso, junto com o cunhado Luís Carlos Loro, para abrir a fazenda comprada pela família.</p>
<p>Ele lembra que eles simplesmente quebraram no primeiro ano em que plantaram arroz, “para amansar a terra, já que a planta resiste à acidez do solo ainda virgem”.</p>
<p>Era a época do governo José Sarney e seu famigerado Plano Cruzado, que tabelou os preços agrícolas abaixo do custo de produção e impôs uma correção monetária que não estava prevista nos contratos de financiamento, que já tinham uma taxa de juros de 10% ao ano. A dívida se tornou impagável e levou milhares de produtores a participar da “Marcha a Brasília”, um grande protesto realizado em fevereiro de 1987.</p>
<p>Sem crédito e sem capital, Sergio encontrou a salvação no plantio do girassol, até então desconhecido na região. Ao saber da falta de girassol e dos altos preços do grão no mercado, ele decidiu importar sementes da Argentina e apostar no plantio. O resultado da lavoura foi satisfatório e a produção, vendida como comida para pássaros, o que permitiu se capitalizar para continuar na lida.</p>
<p>Hoje, o produtor cultiva 3.600 hectares de girassol. A beleza das flores, que encanta os leigos, leva a pensar que as plantas são todas iguais. Mas não: ele planta 2.200 hectares de sementes para alimentar pássaros, 500 hectares para confeitaria e outros 900 hectares de grãos alto oleicos, que têm baixo teor de gordura saturada. Nesta safra, ele também cultiva 300 hectares de gergelim, 440 hectares de painço, 230 hectares de niger (comida de pássaros), 1.400 hectares de feijão azuki e 400 hectares de feijão-caupi.</p>
<p>O gerente agrícola na Fazenda Stefanelo, Eder Gurski, aponta diversas vantagens da diversificação para alternar o cultivo sucessivo de soja, algodão e milho comum. Ele destaca a diminuição da incidência de pragas e doenças, a reciclagem de nutrientes do solo e a redução do uso de defensivos químicos, uma vez que nas culturas alternativas são usados primeiramene produtos biológicos e fisiológicos.</p>
<p>Fonte: Venilson Ferreira</p>
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		<title>De onde vem o que eu como: milho vai além da pipoca e alimenta a economia do país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[sagui_administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jan 2021 12:46:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias e Novidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descubra a importância de um dos principais produtos do agronegócio nacional e veja dicas para fazer a pipoca perfeita &#8211; Brasil é o segundo país que mais consome o petisco. Simples de se fazer, parceira ideal dos filmes e a ponta de uma atividade que gera bilhões para o país. A pipoca é praticamente um [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Descubra a importância de um dos principais produtos do agronegócio nacional e veja dicas para fazer a pipoca perfeita &#8211; Brasil é o segundo país que mais consome o petisco.</strong></p>
<p>Simples de se fazer, parceira ideal dos filmes e a ponta de uma atividade que gera bilhões para o país. A pipoca é praticamente um patrimônio do brasileiro. Não por acaso, o país é o segundo maior consumidor mundial do petisco, atrás apenas dos Estados Unidos. E a procura cresceu na quarentena.</p>
<h4>Na última década, o país teve um salto de cerca de 40% na produção de milho. Um dos motivos é o “casamento” vitorioso com a soja, que é o grão mais cultivado e mais exportado do país.</h4>
<p>Os agricultores mudaram o calendário de plantio do milho. Se antes, ele concorria com a soja pelo plantio no verão, agora ele é cultivado na sequência. Isso criou uma dupla imbatível tanto em produtividade quanto em renda.</p>
<p>O milho é o terceiro produto do campo que mais traz renda ao agronegócio, com a expectativa de movimentar R$ 75 bilhões neste ano, ficando atrás da soja (R$ 167 bilhões) e do boi gordo (R$ 101 bilhões), segundo o Ministério da Agricultura.</p>
<p>O Brasil foi o líder mundial em exportação de milho no ano passado, segundo o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla em inglês). Em 2019, o setor registrou vendas recordes ao exterior, de cerca de 44,9 milhões de toneladas, e faturou mais de US$ 7,2 bilhões com o grão.<br />
<img decoding="async" class="aligncenter wp-image-74" src="https://sementessagui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/info-milho-v2-1--scaled.jpeg" alt="" width="730" height="2023" srcset="https://sementessagui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/info-milho-v2-1--scaled.jpeg 924w, https://sementessagui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/info-milho-v2-1--108x300.jpeg 108w, https://sementessagui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/info-milho-v2-1--370x1024.jpeg 370w, https://sementessagui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/info-milho-v2-1--768x2127.jpeg 768w" sizes="(max-width: 730px) 100vw, 730px" /></p>
<p><strong><br />
O milho pipoca</strong></p>
<p>O milho pipoca passou a ser produzido em maior escala no Brasil há cerca de 20 anos, segundo Israel Pereira Filho, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa).</p>
<p>Antes, o grão precisava ser importado de outros países, como Argentina e Estados Unidos. Graças à pesquisa, as sementes foram adaptadas ao país e o cultivo começou a crescer.</p>
<p>Por ser um mercado agrícola segmentado, não existem levantamentos precisos sobre a produção de milho pipoca no país. Estima-se que o Brasil produza atualmente cerca de 300 mil toneladas por ano, sendo o segundo maior produtor mundial do grão, atrás apenas dos americanos.</p>
<p>Normalmente, empresas de alimentos fazem parcerias com os agricultores para o cultivo, onde fica garantida a compra dos grãos, mas os produtores devem seguir alguns padrões</p>
<h4>“A pipoca precisa ter parceria para plantio, o agricultor não vai plantar se não tiver quem vai comprar”, explica Franciele Caixeta, da Yoki.</h4>
<p>As principais regiões produtoras estão no Centro-Oeste, com destaque para o norte de Mato Grosso.</p>
<p>A rede Cinemark afirma que compra cerca de 2 mil toneladas de milho pipoca por ano de uma empresa agrícola localizada em Itumbiara, Goiás, que adquire o grão com agricultores locais.</p>
<p>“Essa compra de milho acontece de forma centralizada. A negociação é realizada pela Cinemark com o fornecedor, e o milho é distribuído pelo nosso operador logístico mediante as solicitações individualizadas (pedidos) realizadas pelo gerente por cinema”, afirma Bruno Oliveira.</p>
<p>No caso da Yoki, empresa que tem tem 80% de participação nas vendas de pipoca de microondas, as sementes chegam dos Estados Unidos e são cultivadas em duas regiões: Campo Novo do Parecis, em Mato Grosso, e Nova Prata, no Rio Grande do Sul.</p>
<p>“Nós temos um trabalho de parceria com uma empresa americana para o melhoramento natural dos grãos, que são livres de transgenia (modificação genética). São mais de 20 anos de pesquisa para adaptar os materiais ao país”, diz Franciele, que estima que a empresa tenha parceria com cerca de 80 agricultores.</p>
<p><strong>Procura subiu na quarentena<br />
</strong><br />
Pesquisas mostraram um aumento nas compras de alimentos para a casa durante a pandemia e um deles foi a pipoca, segundo a diretora de marketing da General Mills Brasil, Priscila Pizano.</p>
<p>“66% disseram estar comendo mais em casa, isso tem impacto (no consumo de pipoca). Houve aumento no consumo do streaming e da TV, e você vê uma relação muito forte da pipoca com a TV. A pipoca tá no dia-a-dia do brasileiro, mas tem espaço para se consumir mais”, explica.</p>
<p>Bruno Oliveira, diretor de alimentos da rede Cinemark, que representa 30% do mercado brasileiro com 88 unidades no país, diz que a preferência do consumidor é pela pipoca de tamanho grande.</p>
<p>Com o fechamento das salas em função das medidas de isolamento social, a empresa decidiu investir no delivery como opção para manter as lanchonetes de algumas unidades e, também, trazer o gostinho dessa pipoca para a casa dos consumidores.</p>
<p>“Recentemente começamos a operar em parceria com um aplicativo em São Paulo, mas a ideia é ampliar rapidamente a operação”, explica. Agora, as unidades se preparam para a reabertura em algumas regiões, a cidade mais adiantada é a capital paulista.</p>
<p>E quais são os segredos da pipoca em casa? “O milho pipoca bom tem que ter uma capacidade de expansão de 35 a 40 vezes. Ou seja, a cada copo de grãos que você colocar na panela, ele tem que dar de 35 a 40 copos de pipoca. Essa é a média”, explica Israel Pereira Filho, pesquisador da Embrapa.</p>
<h4>Buscando ter mais explosões, empresas comercializam até mais de um rótulo de pipoca de panela, que vão dos mais simples até os &#8220;premiums&#8221;. A diferença está no tamanho dos grãos e no potencial de estouro dos grãos.</h4>
<p>Se a pipoca não estoura direito, pode ser por falta de qualidade do grão, mas também pode ter relação de que jeito o produto foi armazenado.</p>
<h4>“O grão precisa estar com cerca de 12% de umidade, sem isso ele não vai estourar”, diz Pereira Filho, que indica que a temperatura ideal de explosão é de 180ºC.</h4>
<p>Fonte: G1</p>
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		<title>Conheça a família Stefanelo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[sagui_administrador]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jan 2021 12:39:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícias e Novidades]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Descendente de uma família de agricultores de origem Italiana de Cruz Alta, interior do Rio Grande do Sul, Sérgio Costa Beber Stefanelo sempre esteve ligado à agricultura. Devido a pouca estrutura educacional no interior, estudou em Seminários nos municípios de Garibaldi e Taquari, vindo a concluir o segundo grau em Santa Maria no Rio Grande [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="aligncenter wp-image-79" src="https://sementessagui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/sergio_stefanelo_fdt4965.jpg" alt="" width="730" height="486" srcset="https://sementessagui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/sergio_stefanelo_fdt4965.jpg 1000w, https://sementessagui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/sergio_stefanelo_fdt4965-300x200.jpg 300w, https://sementessagui.com.br/wp-content/uploads/2021/01/sergio_stefanelo_fdt4965-768x511.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 730px) 100vw, 730px" /></p>
<p>Descendente de uma família de agricultores de origem Italiana de Cruz Alta, interior do Rio Grande do Sul, Sérgio Costa Beber Stefanelo sempre esteve ligado à agricultura. Devido a pouca estrutura educacional no interior, estudou em Seminários nos municípios de Garibaldi e Taquari, vindo a concluir o segundo grau em Santa Maria no Rio Grande do Sul onde se formou em Engenharia Agronômica pela Universidade Federal de Santa Maria no ano de 1984.</p>
<p>Neste mesmo ano conheceu a região mato-grossense, onde hoje está localizado o município de Campo Novo do Parecis, vindo a se transferir em definitivo no ano seguinte, morando na Fazenda Porta do Céu onde os laços com a agricultura se fortificaram ainda mais. Iniciou o cultivo de arroz e soja. Como não existia tecnologia desenvolvida para a região, iniciou trabalhos de testes de variedades, juntamente com a FT Sementes e em seguida em parceria com a Fundação Mato Grosso.</p>
<p>Em 1989 casou-se com Elisabeth Kurtz. Da união nasceram dois filhos, Carina Kurtz Stefanelo formada em Direito e Rafael Kurtz Stefanelo, Agrônomo.</p>
<p>Em 1992, em parceria com a Fundação Mato Grosso, teve o primeiro contato com a cultura do girassol, cultura essa que hoje está tomando proporções econômicas significativas em nossa região. Também plantou pela primeira vez aqui na região as culturas de painço e milho de pipoca, sendo que esta última teve grande impulso regional nos últimos anos.</p>
<p>Em 2001, na gestão do então prefeito Jesur José Cassol, atuou como Secretário Municipal de Agricultura.</p>
<p>No ano de 2004, foi eleito vice-prefeito na segunda gestão do Prefeito Cassol assumindo a prefeitura de janeiro de 2006 até o final da gestão em dezembro de 2008.</p>
<p>Na sua gestão, trabalhou em busca da organização da vida financeira da Prefeitura e batalhou por benefícios visando transformar Campo Novo do Parecis em uma cidade pólo regional, tendo como principais ações: a vinda do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso – IFMT Campus Parecis; abertura do posto do Instituto Nacional do Seguro Social – INSS; a negociação da vinda da Caixa Econômica Federal e os trâmites burocráticos exigidos por lei para o asfaltamento da MT 235 que liga nosso município ao município de Sapezal.</p>
<p>Depois do afastamento da vida pública dedica-se novamente a agricultura, produzindo entre outras culturas, soja, girassol, milho de pipoca, feijão e painço.</p>
<p>Não se pode falar em avanço tecnológico na agricultura, incluindo a diversificação de culturas, sem se fazer menção ao nome de Sérgio Stefanelo, que dedica grande parte de sua vida às pesquisas, que geraram novo impulso econômico ao Município de Campo Novo do Parecis e região.</p>
<p>Fonte: parecissuperagro.com.br</p>
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